domingo, 15 de abril de 2012

enredos, renovações e contrataçoes


  Enredos, renovações e contratações - Carnaval 2013

Dragões da Real
Intérprete: Daniel Colette  (permanece)
Diretor de Carnaval: Junior Schall (permanece)
Carnavalesco: André Cezari -  contratado, integra também a comissão de Carnaval da Beija-Flor/RJ
Mestre de Bateria: Carlinhos (permanece)
Diretor de Harmonia: Rogério Félix (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: : Rubens e Lyssandra (permanecem)
Coreografo da Comissão de Frente: Anderson Rodrigues (permanece)  
Acadêmicos do Tucuruvi
Mestre de Bateria: Adamastor (permanece)
Carnavalesco: Wagner Santos (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Robinsons e Thaís Paraguasú (permanecem)
Intérprete: Igor Vianna, desligou-se da escola em comum acordo
Águia de Ouro
Mestre de Bateria: Juca (permanece)
Carnavalesco: Cládio Cavalcante Cebola - (permanece)
Rosas de Ouro
Carnavalesco: Jorge Freitas (permanece)
Mestre de Bateria: Tornado (permanece)
Intérprete: Darlan Carneiro (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Luiz Antônio Butinhão Jr e Sueli Aparecida Riça
Vai-Vai
Carnavalesco: Cahê Rodrigues (contratado, veio da Acadêmicos do Grande Rio)
Império de Casa Verde
Carnavalesco: Alexandre Louzada (contratado, ex- Vai-Vai)
Diretor de Carnaval: Marcelo Casa Nossa 
Mancha Verde
Mestre de Bateria: Caju (permenace) e Mestre Moleza (deixou a escola) 
Pérola Negra
Carnavalesco: André Machado (permanece)
Intérprete: Douglinhas  (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: : André e Gisa
Mestre de Bateria: Bola (permenace)
Coreógrafo da comissão de frente: Oyama Queiroz (permenace)
Nenê de Vila Matilde
Carnavalesco: Eduardo Caetano (contratado para a comissão de carnaval)
Fernando Dias (deixou a escola)
Mocidade Alegre
Carnavalescos: Sidnei França e Márcio Gonçalves (permanecem)
Intérprete: Clóvis Pe (permanece)
Mestre de Bateria: Somba e Sombrinha (permanecem)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Adriana Gomes e Emerson Ramires  (permanecem)
Coreógrafo - Comissão de Frente: André Almeida (permanece)
Morro da Casa Verde
Mestre de Bateria: Guma Sena (contratado)
Gaviões da Fiel
Intérprete: Ernesto Teixeira (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira:  Bozó e Gisleine (permanecem) 
X-9 Paulistana
Intérprete: Royce do Cavaco  (permanece)
Unidos do Peuche
Diretor de Carnaval: Fabio Cintra(permanece) Ednaldo Santos (contratado, ex-Pérola Negra)
Carnavalesco: Amarildo de Mello (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Jessica Oliveira e Emerson Nunes (permanecem)
Diretor Geral de Harmonia: Luis Carlos Gomes 
Informações oficiais divulgadas pelas escolas de samba

sexta-feira, 30 de março de 2012

Enredos, renovações e contratações

Enredos, renovações e contratações


11/03/2012 - Enredos, renovações e contratações

  Enredos, renovações e contratações - Carnaval 2013

Informações oficiais divulgadas pelas escolas de samba
Dragões da Real
Intérprete: Daniel Colette  (permanece)
Diretor de Carnaval : Junior Schall (permanece)
Carnavalesco: André Cezari -  contratado, integra também a comissão de Carnaval da Beija-Flor/RJ
Mestre de Bateria: Carlinhos (permanece)
Diretor de Harmonia: Rogério Félix (permanece)
1º Casal de MS e PB: Rubens e Lyssandra (permanece)
Coreografo da Comissão de Frente: Anderson Rodrigues (permanece)  
Acadêmicos do Tucuruvi
Mestre de Bateria: Adamastor (permanece)
Carnavalesco: Wagner Santos (permanece)
Côrte de Bateria: aberto concurso 
Águia de Ouro
Mestre de Bateria: Juca (permanece)
Rosas de Ouro
Carnavalesco: Jorge Freitas (permanece)
Mestre de Bateria: Tornado (permanece)
Intérprete: Darlan Carneiro (permanece)
Vai-Vai
Carnavalesco: Cahê Rodrigues (contratado, veio da Acadêmicos do Grande Rio)
Império de Casa Verde
Carnavalesco: Alexandre Louzada (contratado, ex- Vai-Vai)
Diretor de Carnaval: Marcelo Casa Nossa 
Mancha Verde
Mestre de Bateria: Caju (permenace) e Mestre Moleza (deixou a escola) 
Pérola Negra
Carnavalesco: André Machado (permanece)
Intérprete: Douglinhas  (permanece)
Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: André e Gisa
Mestre de Bateria: Bola (permenace)
Coreógrafo da comissão de frente: Oyama Queiroz (permenace)
Saiu, Ednaldo Santos, diretor de Harmonia
Nenê de Vila Matilde
Carnavalesco: Eduardo Caetano (contratado para a comissão de carnaval)
Fernando Dias (deixou a escola)
Mocidade Alegre
Carnavalescos: Sidnei França e Márcio Gonçalves (permanecem)
Intérprete: Clóvis Pe (permanece)
Mestre de Bateria: Somba e Sombrinha (permanecem)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Adriana Gomes e Emerson Ramires  (permanecem)
Coreógrafo - Comissão de Frente: André Almeida (permanece)
Morro da Casa Verde
Mestre de Bateria: Guma Sena (contratado)
Gaviões da Fiel
Intérprete: Ernesto Teixeira (permanece)
1º Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira:  Bozó e Gisleine (permanecem)
Águia de Ouro
Carnavalesco: Claudio Cavalcante - Cebola (permanece)

sexta-feira, 23 de março de 2012

Festa de São Jorge na Morro C.Verde


A Morro de Casa Verde prepara a sua segunda edição da Feijoada com Passeata de Ogum, em homenagem a São Jorge, no domingo, dia 29 de abril, a partir das 13h, na Avenida Eng. Caetano Álvares, 3000 esquina com a  Rua Salomão R. Ribeiro , 137 - Parque Peruche.
Necessário levar um fardo de cerveja em lata. A escola fornecerá a feijoada
Informações e reservas: telefone 3965-8964

sábado, 17 de março de 2012

Achados e Perdidos no Sambódromo

Achados e Perdidos no Sambódromo


Relação de objetos que foram perdidos no sambódromo durante os desfiles de carnaval que estão à disposição dos proprietários para serem retirados na LIGA. 

1)      Documento de carro  / Cartão Bancário (Glaucia J. da P. Arakaki)
 2)      Carteirinha da Escola Império de Casa Verde (Andréia V. Silva)
 3)      Documentos do PACET – Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual do Trabalhador
 4)   Chave  com  chaveiro do PCdoB
 5)      Molho de chaves com o cordão do Tele Cine  e Apoio Citracon
 6)     Chaves com chaveiro escrito eficiente?
 7)      Chaves de carro – sem identificação
 8)      Chave
 9)      Chave  e controle com chaveiro Câmara Municipal de São Paulo
 10)   Chaves com chaveiro Nippo Car
 Sobre consulta e retirada dos objetos contatar Daniela pelo e-mail daniela@ligasp.com.br

terça-feira, 13 de março de 2012

começaremos as entrevistas no blog

 O primeiro entrevistado do blog sera o interprete Celsinho, da Nenê da Vila Matilde campeã do grupo de acesso 2012.
Celson Mody já passou por: Mancha Verde, Acadêmicos do Tatuapé, Camisa verde e Branco e agora esta na Nenê.

sábado, 10 de março de 2012

Enredos, renovações e contratações - Carnaval 2013


Enredos, renovações e contratações - Carnaval 2013

Informações oficiais divulgdadas pela escolas de samba:
Dragões da Real
Intérprete: Daniel Colette  (permanece)
Carnavalesco: Eduardo Caetano se desligou
Acadêmicos do Tucuruvi
Mestre de Bateria: Adamastor  (permanece)
Carnavalesco: Wagner Santos (permanece)
Côrte de Bateria: aberto concurso 
Águia de Ouro
Mestre de Bateria: Juca (permanece)
Rosas de Ouro
Carnavalesco: Jorge Freitas (permanece)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PUXADORES HISTÓRICOS

Por FLAVIANE ANDRADE
SÃO PAULO - Esta lista já começa com uma polêmica. Há quem diga que o termo correto seria Intérprete de samba enredo. Mas outros preferem o tradicional termo: puxadores.
O que realmente importa é que suas vozes eternizam cada Carnaval e são essenciais para motivar os integrantes das escolas. Além, é claro, de animar os foliões que assistem aos desfiles.
O que seria do Carnaval sem o samba enredo? E o que seria deste samba sem uma bela e potente voz para conduzir os momentos de euforia que se seguem na Avenida?
Confira nas próximas páginas algumas vozes que se tornaram inconfundíveis no Carnaval brasileiro.
Jamelão: "Puxador é quem puxa carro ou quem puxa fumo." Esta divertida frase pertence a um dos maiores intérpretes de samba enredo que o Carnaval conheceu e servia como resposta para quem insistisse em denominá-lo como Puxador. Dono de uma discografia imensa, a partir de 1949 foi intérprete oficial da Mangueira. E só deixou o posto em 2006, quando ficou com a saúde debilitada. Esta grande voz calou-se em 14 de junho de 2008. Para homenagear Jamelão, um carro do corpo de bombeiros seguiu com seu caixão em um cortejo que passou pela Marquês de Sapucaí, local onde ele viveu memoráveis momentos. Há quem diga que Jamelão foi o melhor intérprete de todos os tempos
Neguinho da Beija-Flor: Esta voz está à frente da escola de Nilópolis desde 1976. Tanto tempo defendendo a mesma agremiação, rendeu-lhe o sobrenome artístico que causa orgulho. Neguinho da Beija-Flor é considerado um dos mais carismáticos intérpretes de samba enredo, e o criador do conhecido bordão "Olha a Beija-Flor aí, gente!". Neguinho da Beija Flor já foi ganhador do Premio Sharp na categoria de melhor cantor de samba e contabiliza uma extensa lista de sucessos. Para consagrar seu amor ao Carnaval, ele ilustrou um fato histórico: casou-se em 2009, minutos antes de cantar no Carnaval carioca. Não achou curioso? Pra completar, o cenário do casório foi a própria Marquês de Sapucaí. Isso sim é que amor ao samba
Aroldo Melodia: Foi intérprete da União da Ilha durante 36 anos e só deixou o posto após ter um grave problema de saúde. Mesmo assim, fez questão de preparar o filho Ito Melodia para substituí-lo. O apelido Melodia é fruto do vozeirão firme, que além de interpretar o hino da escola, animava os componentes das alas como ninguém. Apesar de nunca ter conquistado um título no Grupo Especial, Aroldo Melodia foi mestre para as antigas e novas gerações de intérpretes, pois foi o responsável por instituir os gritos de empolgação que se tornaram obrigação para qualquer bom intérprete (os famosos “gira minhas baianas ou “canta, meu povo”). Dono do célebre bordão “segura a marimba!" foi tema de samba em enredo da Lins Imperial em 2003, intitulado "Segura Marimba, Aroldo Melodia Vem Aí!". Aroldo faleceu em julho de 200
Royce do Cavaco - Sua voz já fez parte da conquista de seis títulos da Rosas de Ouro. Também já passou pela Águia de Ouro, Pérola Negra, Império de Casa Verde, Nenê de Vila Matilde, Acadêmicos do Tatuapé e X-9 Paulista, onde está atualmente. No Carnaval 2012, será interprete do samba enredo “Trazendo para os braços do povo o Coração do Brasil, A X-9 Paulistana desbrava os ‘Sertões’ dessa gente varonil!”. Royce do Cavaco também fez sucesso fora do Carnaval, e teve a música “Frente a Frente” como a mais tocada em rádios de todo o Brasil, por seis meses consecutivos, em meados da década de 90
Wander Pires: Aqui está um nome polêmico, pois Wander Pires já protagonizou idas e voltas em várias escolas de samba no eixo Rio-São Paulo. Com sua potente voz, Wander tornou-se intérprete oficial da Mocidade Independente de Padre Miguel, em 1994, e dois anos depois conquistou o título de campeão com o samba enredo “Criador e Criatura”. A alegria não durou muitos e após ter problemas com dirigentes da escola Wander foi para o Salgueiro. O problema é que ele não ficou por lá muito tempo, e partir daí, passou pelas escolas União da Ilha e Grande Rio. Em 2008, Wander voltou a ser notícia, pois chegou atrasado ao desfile da Grande Rio, que não perdoou o fato e o demitiu. Ele ainda poderia ter representado a escola paulista Império de Casa Verde no Carnaval de 2009, o que não ocorreu devido a uma quebra contratual. Em 2011, o intérprete voltou com tudo e defendeu no Anhembi o samba enredo campeão da Vai-Vai “A música venceu!". Apesar de tantas polêmicas, Wander Pires está entre os intérpretes mais solicitados nas eliminatórias dos sambas enredos do Rio. Em 2012, será intérprete da Porto da Pedra, no Rio de Janeiro, e da Vai-Vai, em São Paulo
Paulinho da Mocidade: Este aqui tem o Estandarte de Ouro (prêmio oferecido pelo jornal "O Globo") de melhor puxador/interprete, bem guardadinho em sua estante. Paulinho começou sua carreira na Ala de Compositores da Mocidade Independente de Padre Miguel e lá foi puxador por muitos anos. Em 1990, assumiu o posto de interprete oficial da escola de Padre Miguel, conquistando o titulo de campeão nos dois anos seguintes com os sambas enredo “Vira, virou, a Mocidade chegou” e “Chue... Chuá... As águas vão rolar”. Paulinho da Mocidade também já passou pela Unidos da Tijuca, Império da Tijuca, Imperatriz Leopoldinense, e pela Águia de Ouro. Com sua voz irreverente, todo mundo sabe que ele chegou quando escuta o bordão "Aloooooo Comunidade... Chegou a Hoooooora!
Daniel Collête: Além da potente voz, Daniel Collête lançou moda no sambódromo. Foi intérprete da Mocidade Alegre entre 2000 e 2007 e no Carnaval de 2003 resolveu ir para a Avenida caracterizado de acordo com o enredo. Foi intérprete do sambas enredo campeões de 2006 e 2007, sendo que neste último, surpreendeu novamente, quando cruzou o sambódromo vestindo uma fantasia de palhaço. Nos dois anos seguintes, Daniel Collête foi intérprete da X-9 Paulistana, e, em 2010, partiu para a Dragões da Real. No Carnaval de 2011 sua voz ajudou a escola a conquistar o título de campeã, fato que promoveu a Dragões da Real para o Grupo Especial de São Paulo. Em 2012, continua à frente da escola paulista e irá interpretar o samba enredo “Mãe, ventre da vida, e essência do amo
Dominguinhos da Estácio: Ele começou sua carreira como cantor e compositor, em meados da década de 60 na Unidos de São Carlos. Após um período de quase 20 anos, finalmente foi convidado para se tornar voz oficial da Imperatriz Leopoldinense, e logo de cara, conquistou o título de campeão do Grupo de Acesso interpretando o samba enredo “O que a Bahia tem?”, no Carnaval de 1980. No final de 83, Dominguinhos foi para a atual Estácio de Sá, onde permaneceu por cinco anos. Em 1989, conquistou mais uma vitória pela Imperatriz, com o samba “Liberdade, Liberdade, Abra as Asas Sobre Nós”. Em 1990, ajudou a Grande Rio a ser campeã no Grupo de Acesso, o que promoveu a escola pela primeira vez para o Grupo Especial. No Carnaval de 2011, fez história com o samba enredo "O Brasil de todos os Deuses" no qual cantou e encantou em conjunto com a bateria, que fez lindas paradinhas durante o desfile. O intérprete foi destaque por animar a Sapucaí durante as emocionantes paradas. O estilo de Dominguinhos causa polêmicas. Há quem diga que ele é pura empolgação e quase nada de voz, mas o intérprete já conquistou dois Estandartes de Ouro
Eliana de Lima: Impossível não reconhecer esta voz. Eliana de Lima atuou como intérprete de várias escolas de samba e chegou a fazer dueto com Jamelão. Em 1989, ficou conhecida no Brasil todo através da música “Desejo de Amar”. Fez história no Carnaval de São Paulo nas escolas Unidos do Peruche e Leandro de Itaquera, interpretando sucessivamente os sambas enredo. Após anos longe da mídia, Eliana de Lima chegou a fazer participação no programa “Qual é a Música, de Silvio Santos, em 2007
Igor Vianna: Ele é filho do grande Ney Viana, que foi voz oficial da Mocidade Independente de Padre Miguel por quase duas décadas. Com apenas 23 anos, Igor Vianna está entre os melhores intérpretes da nova geração e tem muito potencial para alcançar o sucesso. Sua iniciação no Carnaval foi pela própria Mocidade, onde desfilou pela primeira vez em 1996. Sua história de intérprete começa em 2003, quando conquistou o posto de voz de apoio na União de Jacarepaguá. Em 2006, tornou-se intérprete oficial da Tradição, escola do Grupo de Acesso do Rio de Janeiro. Igor Vianna já foi apoio de Gilsinho da Portela e defendeu oficialmente sambas enredo da Acadêmicos de Cubango e Acadêmicos de Santa Cruz. Em 2012, será a voz oficial da Acadêmicos do Tucuruvi, escola do Grupo Especial de São Paulo, com o samba enredo “O Esplendor da África no Reinado da Folia
DICIONÁRIO DO FOLIÃO

SÃO PAULO  - Assim como outras festividades mundiais, o Carnaval possui termos próprios, que nem sempre tem significados obvios. Pensando nisso, o Famosidades montou um dicionário para que você tire suas dúvidas e se torne um folião de primeira.
Abadá: Camiseta larga, originada de batas e mortalhas usada por escravos, customizada ou não, é sucesso nos blocos de rua, especialmente em Salvador.
Afoxé: A manifestação cultural tem vínculos com o candomblé, consciência de grupo, de valores e hábitos distintos de outros blocos de Carnaval.
Agremiação: Escolas de samba formadas pelas comunidades da cidade.
Ala das Baianas: Mulheres com mais de 60 anos entram na folia do Carnaval para sambar na avenida.
Apito: Instrumento pequeno de sopro que ajuda a completar a farra musical da festa.
Axé Music: Ritmo musical de origem baiana que embala a trilha sonora do feriado carnavalesco.
Arlequim: Fantasia cheia de losangos coloridos, inspirada no traje do personagem de comédia italiana.
Buzina: Tipo de instrumento usado para animar a folia do Carnaval.
Carro Alegórico: Coberto por enfeites confeccionados artesanalmente, o veículo desfila na passarela com integrantes da agremiação. Com significado simbólico ou temático, o carro pode trazer o título para a escola.
Chocalho: Instrumento de percussão usado para animar os foliões, como também pode ser usado de adereço nas fantasias que imitam o brinquedo de criança
Colombina: Fantasia espelhada no personagem da histórica comédia italiana, amante de Arlequim, que com seus trajes ousados e coloridos, seduz até hoje nos carnavais.
Comissão de frente: Grupo de 10 a 15 pessoas que apresentam coreografias na passarela do samba. Considerada o cartão de visita das escolas de samba, é quesito obrigatório nos desfiles.
Confete: Rodelinhas de papel colorido que enfeitam os desfiles de Carnaval e divertem a multidão.
Cordão: Espaço restrito aos foliões que pagam para seguir o trio elétrico. Os componentes recebem abadá e tem segurança privilegiada.
Cuíca: Instrumento manual semelhante ao tambor, feito por um barril, uma pele que cobre a superfície e uma tira de couro ou vara de madeira que, quando tocada, emite som de ronco.
Desfile: Comunidades se apresentam com suas fantasias e alegorias, concorrendo ao título de campeã do ano.
Filhó: Bolinho doce tradicional do Nordeste, servido no feriado festivo.
Folia: Outro termo utilizado para transmitir a agitação, o fervor e a alegria das festas carnavalescas.
Foliões: Pessoas de todas as partes do Brasil e do mundo que vêm ao país prestigiar o Carnaval. Para eles, a diversão não tem prazo de validade.
Forró: Dança e ritmo musical popular do Nordeste do Brasil, que contagia os carnavais regados a muito arrasta-pé e rala coxa.
Madrinha de bateria: Beldade do Carnaval brasileiro que “batiza” a bateria da agremiação e acompanha o desenvolvimento do samba. Fica à frente dos instrumentistas ajudando a coordenar a ala.
Marchinha: Tradição do Carnaval brasileiro desde o início do século XX, as marchinhas vieram com algumas características das músicas populares de Portugal. Hoje, foram substituídas pelo samba enredo nas principais capitais do país, mas sem perder a essência nos blocos de rua.
Máscara: Adereço usado em fantasias principalmente de Carnaval. Além de dar charme e mistério na vestimenta, mantém uma das tradições vindas da Grécia Antiga.
Mestre Sala e Porta Bandeira: A origem do casal veio da época da colonização. Os escravos admiravam as vestimentas das baronesas nas festas e as imitavam no ritmo do samba, com direito a bandeira de “anfitriões”. Mais tarde, a tradição foi parar nos desfiles de Carnaval.
Micareta: Festa carnavalesca de origem francesa, realizada fora da época em diversos países como Portugal e Espanha. No caso do Brasil, a folia conta com muito Axé Music.
Musa: Mulher eleita para representar a escola de samba nos desfiles, esbanjando beleza à frente das alegorias. Atualmente, a maioria das escolhidas são celebridades que têm grande repercussão na mídia.
Passarela: Local onde as agremiações desfilam suas histórias cantadas no ritmo do samba. Em São Paulo, a passarela é o Sambódromo do Anhembi e no Rio de Janeiro, a Marquês de Sapucaí.
Pandeiro: Instrumento manual raso, coberto por uma superfície plástica, que ao ser tocado permite produzir um som de batuque com agudos dos guizos laterais. É visto como a essência dos instrumentos do samba.
Passista: Principal dançarina das escolas de samba, com técnica e marcação de passos precisos.
Pierrô: Personagem de comédia italiana, marcado por seu sentimentalismo e ingenuidade. Com blusas e calças bufantes, o rosto pintado de branco e uma lágrima embaixo do olho, é mais uma opção de fantasia para o carnaval.
Pipoca: Público que vai aos shows de trio elétrico e fica do lado de fora da corda que limita os pagantes do abadá. Mesmo sem regalias, a diversão acontece.
Puxador: Além de cantor, o puxador deve contagiar a escola e o público com sua voz, e dar vida à letra cantada. Para começar a apresentação com ânimo e emoção, ele deve puxar também, o grito de guerra da escola.
Rainha de Bateria: Com roupas mínimas, cheias de brilho e adereços, as rainhas surgiram entre os anos 70 e 80. Elas devem ajudar o Mestre de Bateria a comandar a percussão durante o desfile, provocar animação e agito entre os instrumentistas e acima de tudo, não deixar a harmonia e o ritmo do samba caírem.
Reco-Reco: Instrumento de percussão que emite sons por meio da raspagem de uma baqueta ou raspador pela superfície ondulada, feita de bambu.
Rei Momo: Personagem histórico da mitologia grega sarcástico, de espírito zombeteiro e folião e sempre acima do peso. No Brasil, teve sua primeira coroação em 1910 e, atualmente, é a figura que comanda o Carnaval brasileiro.
Repique: Componente da bateria das escolas de samba, é utilizado para dar efeito às famosas “paradinhas” e viradas do samba, como se fosse um sinal para o grupo voltar ao ritmo anterior.
Ritmistas: Instrumentista de percussão, responsável por marcar o ritmo das batidas nas baterias de escola de samba ou em blocos de Carnaval.
Samba: Um dos principais gêneros musicais da cultura brasileira tem até uma data especial – 2 de dezembro. Derivado da dança africana sofreu algumas adaptações ao longo dos anos e se mistura com ritmos locais para, no fim, formar a trilha sonora dos carnavais de São Paulo e Rio de Janeiro, principalmente.
Serpentina: Fita de papel colorida que se atira nas festas de Carnaval e enfeitam a folia.
Trio elétrico: Palco móvel, montado em cima de veículos de carga, com amplificadores de som para apresentação de bandas de axé e forró. No Carnaval, a multidão vai ao delírio atrás do trio.
Tamborim: Tambor de pequeno porte, tocado com ajuda de uma baqueta que compõe a bateria das escolas de samba.
Velha guarda: De roupa de gala e chapéu em estilo Panamá, os mais antigos sambistas ou fundadores das escolas contrastam o desfile em uma ala de honra criada especialmente para eles